quarta-feira, outubro 28, 2026

DIÁRIO DA COPA: Brasil é humilhado pela Noruega e mostra que precisa reinventar seu futebol

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Depois da derrota vergonhosa por dois tentos a zero, a imprensa procura culpados, mas quase ninguém comenta o processo de imbecilização do futebol brasileiro, que chega a seis copas sendo eliminado precocemente; desta vez apontam Ancelotti e Neymar como os culpados, mas a culpa é da viadade, da hiper exposição dos atletas que mostram seus cabelos diferentes e na grife, suas tatuagens e suas dancinhas, escondendo o futebol que é a essência.

Neymar poderia ter sido o maior jogador depois de Pelé, mas foi seduzido por um sistema midiático implacável, ria dos adversários quando fazia jogadas geniais e por isso os zageiros o caçavam em campo, pura vaidade; também escolheu ser coadjuvante de Messi, antes, não foi convocado para a Copa de 2010, por Dunga, assim, o futebol brasileiro foi sendo superado pela França, Espanha, Argentina e Portugal.

Hoje ninguém mais teme o Brasil, prova disso foi o jogo contra a Noruega, que tem como maior craque um gigante que aos 25 anos de idade tem mais gols do que partidas jogadas; a seleção canarinho contava com jogadores comuns, bons jogadores e nenhum craque, a não ser Neymar, que foi ignorado por Ancelotti, enquanto as seleções vencedoras armam esquemas em prol de seus melhores valores.

O técnico, que é gigante em clubes quando conta com pelo menos um craque, como é o caso do Real Madrid, consegue grandes feitos, entretanto ele treinou o Everton por dois anos e meio e nada ganhou por não ter no elenco ninguém diferenciado.

O Brasil foi submisso contra a Noruega, de quem é freguês, nosso técnico foi incompetente, menos para a renovação do contrato até 2030 antes da Copa; ele não soube administrar o elenco, nunca escalou um time confiável e subestimou os jovens, colocando-os em campo apenas em situações complicadas.

Se o Brasil quer ser protagonosta novamente, precisa se espelhar na França, Espanha, Marrocos ou Portugal, além de reinventar as escolinhas livrando-as dos empresários e da elite, chamando a periferia, os meninos têm que voltar a jogar os babas nas ruas.

E viva o Mécivo, que se despediu de cabeça erguida, jogando bravamente até o último segundo e sendo um orgulho para milhões de torcedores apaixonados.

O domingo, 5 de julho, foi de fortes emoções e um balde de água fria para a torcida brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Tivemos a eliminação precoce do Brasil e uma grande batalha no Estádio Azteca.

Confira o resumo das partidas:

Brasil 1 x 2 Noruega
Infelizmente, o sonho do hexa acabou mais cedo. Em Nova Jersey, a Seleção Brasileira foi eliminada nas oitavas de final pela sua histórica “assombração”.

O jogo: A Noruega dominou boa parte das ações e contou com o brilho de seu craque, Erling Haaland, que balançou as redes duas vezes para colocar os noruegueses na frente.

Pressão e drama: O Brasil lutou e teve chances de mudar o destino do jogo. No primeiro tempo, Bruno Guimarães chegou a cobrar um pênalti, mas o goleiro nórdico Nyland defendeu. No apagar das luzes, já nos acréscimos do segundo tempo, Casemiro sofreu outra penalidade máxima. Dessa vez, Neymar assumiu a cobrança e converteu, diminuindo o placar, mas não restava mais tempo para buscar o empate.

Histórico: Com o resultado, o Brasil mantém o tabu de nunca ter vencido a Noruega na história do futebol masculino e amarga sua pior campanha em Copas desde 1990.

México 2 x 3 Inglaterra
No confronto que definiu o próximo adversário da Noruega, a Inglaterra carimbou seu passaporte para as quartas de final em um jogo eletrizante contra os co-anfitriões no Estádio Azteca.

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