domingo, julho 26, 2026

Como inspecionar QR Codes antes de autorizar o pagamento via pix no banco

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O uso de QR Codes para a efetivação de pagamentos instantâneos via Pix consolida-se como um dos meios mais eficientes de pagamento. Projetado sob diretrizes de segurança do Banco Central, o mecanismo elimina a necessidade de digitação de chaves. O risco, portanto, reside na manipulação das informações por agentes fraudadores antes da leitura pelo aplicativo.

Uma tática usada por criminosos de vários estados do Brasil é de enviar produtos que não foram comprados e utilizam QR Codes nas embalagens para tentar roubar dados pessoais e bancários das vítimas. O golpe acontece quando o acesso do Qr Code leva a um link falso, que dá permissão para que golpistas tenham acesso a dados pessoais e senhas das vítimas.

Guia de verificação de segurança
Destinatário da transação: avalie o nome e documento do beneficiário. Em caso de divergência com o estabelecimento ou vendedor, suspenda o processo.

Precisão numérica do valor: garanta que o montante pré-preenchido ou digitado coincida perfeitamente com a cobrança original.

Integridade da mídias físicas: inspecione a superfície do código em estabelecimentos comerciais para identificar sobreposições de adesivos ou adulterações visíveis.

Procedência da cobrança: evite interagir com QR Codes recebidos por meio de redes sociais ou mensagens de contatos desconhecidos.

SE LIVRE DE GOLPE
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Pagamento seguro via Pix: Como inspecionar QR Codes antes de autorizar o envio no banco
Levantamentos da Serasa Experian apontam quase 7 milhões de tentativas de fraudes no país no primeiro semestre de 2025

O uso de QR Codes para a efetivação de pagamentos instantâneos via Pix consolida-se como um dos meios mais eficientes de pagamento. Projetado sob diretrizes de segurança do Banco Central, o mecanismo elimina a necessidade de digitação de chaves. O risco, portanto, reside na manipulação das informações por agentes fraudadores antes da leitura pelo aplicativo.

Uma tática usada por criminosos de vários estados do Brasil é de enviar produtos que não foram comprados e utilizam QR Codes nas embalagens para tentar roubar dados pessoais e bancários das vítimas. O golpe acontece quando o acesso do Qr Code leva a um link falso, que dá permissão para que golpistas tenham acesso a dados pessoais e senhas das vítimas.

Guia de verificação de segurança
Destinatário da transação: avalie o nome e documento do beneficiário. Em caso de divergência com o estabelecimento ou vendedor, suspenda o processo.

Precisão numérica do valor: garanta que o montante pré-preenchido ou digitado coincida perfeitamente com a cobrança original.

Integridade da mídias físicas: inspecione a superfície do código em estabelecimentos comerciais para identificar sobreposições de adesivos ou adulterações visíveis.

Procedência da cobrança: evite interagir com QR Codes recebidos por meio de redes sociais ou mensagens de contatos desconhecidos.

Atemporalidade x Urgência: desconfie de narrativas que exijam a conclusão imediata da transferência sob ameaças de bloqueio ou perda de ofertas.

Atualização e revisão de sistema: verifique todos os campos da tela de síntese antes de concluir a operação e assegure-se de operar na versão mais recente do app bancário.

Segundo José Luiz Santana, head de cibersegurança do C6 Bank, os criminosos costumam explorar a confiança e a pressa das pessoas. Por isso, a principal medida de proteção é reservar alguns segundos para validar a origem da solicitação, o destinatário do pagamento e o contexto em que aquele QR Code está sendo apresentado.

Segundo o Serasa Experian, o Brasil registrou quase 7 milhões de tentativas de fraude no primeiro semestre de 2025.

Correio

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